terça-feira, 9 de março de 2010

The Cove vence Óscar de Melhor Documentário

Foto: AP

Foto: AP

No último dia 07 de março, Matt Damon foi sozinho apresentar os indicados a melhor documentário. Como já era esperado, o vencedor foi “The Cove”, filme que mostra a matança de golfinhos no Japão.

Os diretores Louie Psihoyos e Fisher Stevens agradecem o prêmio e mostram uma placa pedindo para que o público mande um sms com a palavra golfinho para um certo número. A câmera muda de lugar rapidinho, para não mostrar a propaganda.

sábado, 6 de março de 2010

Documentário sobre matança dos Golfinhos no Japão

Assistam esse documentário sobre a caça aos golfinhos no Japão.

A COVA (The Cove) Documentário sobre matança dos Golfinhos no Japão

Clique no link abaixo e assista o documentário।

Link: http://vimeo.com/channels/libertas

Algumas idéias sobre a educação vegana

© 2008 Gary L। Francione
©Tradução: Regina Rheda
©Ediciones Ánima- Publicado en: http://www.anima.org.ar

Texto do Blog de Gary L. Francione

Vou tentar, de um modo preliminar, enfrentar um assunto que gera muita controvérsia e sobre o qual eu recebo um monte de e-mails. O assunto, grosso modo, é: como os veganos devem se relacionar com os onívoros, dado que os veganos éticos entendem que o uso de animais envolve graves violações dos direitos dos animais não-humanos a não ser tratados como recursos dos humanos? Os veganos éticos têm a obrigação de entrar em confronto com os onívoros e de se relacionar com eles do mesmo modo como nós nos relacionaríamos com as pessoas que cometem crimes graves contra humanos?

Em determinado sentido, você pode prever minha resposta a essa questão, já que eu argumento que a principal obrigação dos defensores dos animais é engajar-se na educação vegana não-violenta e criativa.

É difícil educar as pessoas sobre qualquer coisa, se você entrar em confronto com elas. Mas isso não quer dizer que você não possa desafiar o que elas pensam. Como professor de Direito há quase 25 anos, eu certamente tento desafiar meus alunos, mas evito brigar com eles, porque o confronto é o modo mais efetivo de assegurar que o processo educacional não funcione.

O confronto é uma maneira particularmente ineficaz de se comunicar quando as pessoas nem ao menos compreendem o significado ou o contexto da sua posição. E quando se trata da questão do uso de animais, a grande maioria das pessoas está na mais completa escuridão. Expressar a convicção de que elas não devem consumir nenhum produto animal é semelhante a lhes dizer que elas não devem tomar água nem respirar.

Pense nisso.

A maioria das pessoas foi criada para acreditar que é “natural” ou “normal” comer produtos animais. Elas cresceram em lares onde uma importante parte da vida familiar incluía sentar-se à mesa e consumir pedaços de animais. Suas memórias a respeito de uma falecida avó ou outro parente querido estão ligadas a algum prato feito com carne que esse parente preparava nos feriados. Elas foram criadas de acordo com tradições religiosas que lhes ensinaram que os animais não-humanos não têm “almas” ou são, por outras razões, espiritualmente inferiores aos humanos.

Em certos aspectos, nosso especismo está, em termos sociológicos, mais profundamente embutido—e, assim, mais “invisível”—do que algumas formas de discriminação contra outros humanos. Uma pessoa com fortes crenças racistas pode não aceitar a igualdade racial, mas entende o conceito. Já a maioria dos humanos não consegue sequer processar a idéia de uma vida sem produtos animais.

Dentro da medida em que o movimento de defesa animal tem tentado conscientizar a sociedade quanto ao problema, a maior parte de seus esforços tem se concentrado na questão do tratamento “humanitário”. Isto é, o movimento não propõe o veganismo como a posição “automática”. Ao contrário, o veganismo é caracterizado como a escolha “difícil” ou “heróica”. Conforme eu discuti em meu ensaio do início deste mês (e em outros ensaios do blog), o movimento de defesa animal incentiva ativamente o consumo de carne e produtos animais “felizes”.

Então, quando os veganos entram em confronto com os onívoros quanto a esse problema, eles o fazem não apenas no contexto de uma forte tradição cultural e religiosa que considera totalmente normal usar os animais, mas também no contexto de um movimento de defesa animal que também vê o uso como uma coisa normal e que se concentra principalmente no tratamento. Graças ao moderno movimento bem-estarista, que se apropriou do rótulo “direitos animais”, os veganos podem ser menosprezados e chamados de extremistas, e o confronto é mais do que ineficaz: é necessariamente contraproducente.

Se é que vamos progredir no sentido de uma maior aceitação do veganismo, precisamos educar. E precisamos educar de uma maneira não-violenta, sem confrontos, que leve em conta a realidade social, a religiosa e a do “movimento”. Isso não significa que o uso de animais não seja um ultraje moral; significa apenas que nossos esforços para educar sobre esse ultraje moral precisam levar em conta a visão que a vasta maioria dos humanos tem da questão.

E isso me leva a fazer um comentário final. Muitos daqueles que apóiam o confronto têm amigos que são “defensores dos animais” e que talvez sejam “vegetarianos”, não veganos. Talvez sejam estas as pessoas que devem ser abordadas de maneira menos flexível!

SP: Campinas ganha a primeira Delegacia de Proteção Animal do Estado



Em cerimônia realizada no Salão Azul da Delegacia Seccional da Polícia Civil, o Delegado Geral Adjunto Dr. Paulo Bicudo assinou o documento que normatiza a criação da primeira Delegacia de Proteção Animal do Estado de São Paulo. Pioneiro, o serviço funcionará no 4º Distrito Policial (Taquaral) sob o comando da Delegada Dra. Rosana Mortari, e concentrará todos os casos envolvendo maus tratos aos animais de Campinas

Estava presente na solenidade o Deputado Estadual Jonas Donizette, responsável pela tramitação do projeto que levou à criação da Delegacia, além de forte presença política de cinco vereadores de Campinas e representantes de outros deputados estaduais. A solenidade também reuniu um grande número de ONGs de defesa animal, dentre eles a AAAC, AAS (Sumaré), AMA, GAAR, GAVA, IVVA, PROESP e a UPA.

Este é o primeiro passo de uma grande jornada, mas estamos juntos nessa em direção à um futuro mais justo, seguro e pacífico entre as pessoas e os animais. Parabéns à todos os membros do Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais de Campinas (CMPDA) pelo empenho, e às ONGs que se uniram para um bem comum.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Lançamento oficial da Sociedade Vegana

A filosofia dos Direitos Animais e o modo de vida vegano vêm se tornando cada vez mais conhecidos, e sendo cada vez mais debatidos, em nossa sociedade। Desse modo, há uma constante necessidade de que a divulgação dessas idéias seja realizada tomando como base a ética e o conhecimento científico, sem as influências de correntes de pensamento e práticas que não promovem o verdadeiro respeito pelos animais।

É nesse contexto que surge a Sociedade Vegana, comprometida com a promoção dos Direitos Animais e do veganismo, e a abolição de todas as formas de exploração animal, por meio da educação e do conhecimento, a partir dos princípios da ética, paz e não violência.

No dia 14 de março de 2010, a partir das 16h45, no restaurante Vegethus Consolação, na cidade de São Paulo, será lançada oficialmente a Sociedade Vegana, com a palestra da filósofa e ativista Sônia T. Felipe, Filosofia dos direitos animais: a ética vegana e suas implicações, seguida de confraternização.

Lançamento oficial da Sociedade Vegana:

Data: 14 de março de 2010

Local: Vegethus Consolação, Rua Haddock Lobo, 187, Cerqueira César – São Paulo SP

Hora: 16h45

Palestra seguida de confraternização: Filosofia dos direitos animais: a ética vegana e suas implicações, com Sônia T. Felipe.


APOIE AS CAMPANHAS SENTIENS PELOS ANIMAIS

Criação da 1ª Promotoria de Defesa Animal
http://www.sentiens.net/promotoria-de-defesa-animal/peticao

Contra a liberação dos maus-tratos aos animais
http://www.sentiens.net/liberacao-maus-tratos/peticoes


Sentiens Defesa Animal - promoção dos direitos animais - http://www.sentiens.net/
Olhar Animal - cães e gatos para adoção - http://www.olharanimal.net/

Pensata Animal - revista de direitos dos animais - http://www.pensataanimal.net/

Campanha estimula redução no consumo de carne

Curitiba terá no dia 20 de março o lançamento da campanha Segunda sem Carne, no Mercado Municipal de Orgânicos। Promovido pela organização não-governamental Sociedade Brasileira dos Vegetarianos, a campanha estimulará a redução do consumo de carne e a reflexão sobre problemas ambientais, como o efeito estufa e os direitos dos animais, por meio de uma programação educativa।

O evento terá shows de culinária, palestras, cursos e estandes informativos, das 9h às 18h, com entrada franca। Curitiba é a segunda capital a ter a campanha, que já foi lançada em São Paulo.

NOTA: Excelente iniciativa de Curitiba aderir a essa campanha que foi lançada por São Paulo. Quem sabe daqui algum tempo todas as cidades brasileiras aceitem essa grande campanha. Isso já será um grande passo para que as pessoas sejam adeptos ao vegetarianismo.

Apresentação Musical Mantra Musica, Alimento da Alma @ Domingo, 07/03


__O duo Rajatakrsna e Shubhamaya apresenta
Mantra Music: Alimento da Alma
Canções, mantras, poemas e outros sabores
Domingo, 07 de março, 18h
18h Coquetel de Recepção
18h30 Início da Apresentação Musical com kiirtans, mantras outras canções devocionais
20h Jantar Vegano especialmente preparado para a ocasião
Local: VEGETHUS Restaurante Vegano
Rua Haddock Lobo, 187 – próximo ao metrô Consolação – 2306-2116
www.vegethus.com.br
Vagas limitadas!
Investimento: R$ 60,00 (jantar incluso)
Ingressos à venda nos seguintes endereços:
VEGETHUS Consolação: Rua Haddock Lobo, 187 – 11 2306-2116 vegethus@vegethus.com.br
VEGETHUS Vila Mariana: Rua Padre Machado, 51 – 11 5539-3635
Instituto Visão Futuro São Paulo: Rua Dr. Veiga Filho, 350, cj 1007 – 11 2495-3736
Rajatakrsna, nascido na Argentina e com grande amor pelo Brasil, tem se dedicado nos últimos 22 anos à difusão da meditação iogue milenar e à Música Mantra, tendo se apresentado na Europa, Índia, EUA, México, Caribe, e na maior parte da América do Sul e Central. Possui 8 álbuns de sua própria autoria, direção e produção. Atualmente, colabora com os projetos realizados pelo Instituto Visão Futuro sob a direção da Dra. Susan Andrews, antropóloga norte-americana.
Shubhamaya é instrumentista, arranjador e produtor musical. Violonista formado pelo conservatório de Tatuí. Participou de perfomances e workshops com grandes nomes da música instrumental. Autor e produtor dos CDs "Matrika", "Ressonância", "Círculo de Prática de Mantras" e instrumentista, especialmente convidado, em gravações de álbuns de outros artistas. É um dos idealizadores do núcleo "Matrika – Arte e Espiritualidade" – www.matrika.com.br.
Apoio:
Instituto Visão Futuro São Paulo
www.visaofuturosp.org

Para visualizar a imagem de divulgação, acesse http://www.vegethus.com.br/img/eventos/showdadaoshubha.jpg

Receita da semana

Vídeo da Semana

Comercial do Mês

Vamos Refletir