quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Segurança para cachorro

A tecnologia de instalar microchip em animais de estimação virou moda em Rio Preto। O aparelho, revestido em capa de polipropileno, tem o tamanho de um grão de arroz e a instalação custa R$ 80.

“O equipamento facilita o acompanhamento médico e a identificação em caso do animal se perder ou ser roubado”, afirma a veterinária Fernanda Negrão Granato, do Napoleão Pet Center.

A estudante Ingrid Marcela dos Santos, 20 anos, está entre os rio-pretenses que instalaram o microchip em seus animais de estimação.

“A Leona (um cachorro da raça golden retriever de sete meses) é brincalhona. Tenho medo que ela se perca ou até mesmo seja roubada, por isso instalei o aparelho”, diz Ingrid.

A microchipagem é um método de identificação eletrônica permanente sem dor para o animal e obrigatório para viagens dos bichinhos ao exterior.

A advogada Roselaine Fátima Benites, de 39 anos, está com viagem marcada para a França e pretende levar seu shih-tzu de seis anos para passear. “Não perdi tempo e instalei o microchip, principalmente, pela segurança dele”, diz.

COMO FUNCIONA /O microchip é implantado em menos de 30 segundos no pescoço do cachorro ou do gato através de uma seringa.

O aparelho traz uma sequência de dígitos que, quando identificado por uma leitora, traz os dados do dono e do animal, inclusive sobre vacinação.

“Na coleira está gravado o site (www.backhome.com.br) onde estão disponíveis os endereços dos pets shops cadastrados, que possuem a leitora. Mesmo que o animal tenha perdido a coleira ou até mesmo se ela for arrancada, basta passar a leitora no dorso do animal para que a sequência de números seja encontrada”, afirma a veterinária.

Fernanda diz que todos os dias pessoas entram em contato com a clínica para avisar que encontraram ou perderam um animal.

“Se o animal possui um microchip, basta levá-lo até a leitora mais próxima para que sejam encontrados os contatos do dono. Sem essa identificação eletrônica, não tem como acabar com o problema de abandono de animais ”, diz.

Outra novidade /Segundo a veterinária, além das roupinhas, bonés, sapatos e acessórios para os animais de estimação, outra novidade que tem agradado os donos e principalmente os bichinhos são as rações de sabores naturais, como a com cheiro de leite ou bife acebolado.

“Minha cachorra só tomava leite e não comia nenhuma ração. Depois que comprei a ração com cheiro de leite, o problema foi resolvido”, afirma a assistente social Carla Maria Ribeiro, 42 anos.

A Secretaria de Saúde de São Paulo implantou no ano passado 20 mil microchips em cachorros que vivem no interior paulista (região de Marília) para combater a leishmaniose। Os animais serão alvo do programa-piloto “Legal para Cachorro”, criado a partir da proposta de monitorar, pelos próximos dois anos, a população canina e os casos de leishmaniose.

Agência BOM DIA

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