quinta-feira, 23 de julho de 2009

Polícia Ambiental faz apreensões de armas de caça em 2 cidades


Ibitinga - A Polícia Ambiental apreendeu duas armas de fogo, munições de diversos calibres e materiais para a prática de caça no distrito de Cambaratiba, na região de Ibitinga (90 quilômetros de Bauru). Ontem à tarde, houve apreensão de uma espingarda com silenciador e mira laser em Macatuba (46 quilômetros de Bauru).
A denúncia de um morador, de que estaria ocorrendo a caça indiscriminada na região de Ibitinga, levou os policias até o distrito de Cambaratiba. De acordo com o morador, os caçadores estariam vendendo e estocando carne de capivaras e, inclusive, deixando restos de animais na margem do rio. O que estaria causando odor insuportável pelo local.
Com mandado de busca e apreensão, expedido pela Justiça, os policiais sargento Reato, cabo Oliveira e soldado Machado, da Patrulha Ambiental Rural de Ibitinga, realizaram diligências em uma residência suspeita.
No local foram apreendidas uma espingarda cartucheira calibre 32, uma garrucha calibre 36, grande quantidade de munição de diversos calibres, além de materiais utilizados para a prática de caça de animais silvestres.
O proprietário das armas, A.A.O. (somente as iniciais foram divulgadas pela polícia), foi autuado em flagrante por crime ambiental conforme previsto no artigo 12 da Lei Federal 10.826 de 2003 e o artigo 329 do Código Penal Brasileiro, por oferecer resistência à prisão.
Mira laser
A Polícia Ambiental de Barra Bonita apreendeu, ontem por volta das 16h50, uma espingarda calibre 22 sem registro, com silenciador, mira laser e vários cartuchos de diversos calibres.
A Justiça autorizou o mandado de busca para que os policiais fossem até a residência na rua José Florenzano, no Jardim Veneza, onde foi apreendida a arma. A polícia também teve informação de que o proprietário usava a arma em caça.
No local também houve apreensão de 10 quilos de carne com suspeita de ser de animal silvestre, mas ainda dependia de perícia para comprovação. O proprietário da arma foi levado à delegacia de Macatuba, onde foi autuado por porte ilegal de arma e depois seria conduzido à Cadeia de Duartina. Se comprovado que abateu animal silvestre, ele pode ser processado por crime ambiental. Na delegacia alegou que a arma é “relíquia de família.”
Fonte: JC Net

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