domingo, 14 de dezembro de 2008





Para fazer um casaco de pele, matam-se:
42 raposas vermelhas ou 65 visons ou 8 focas ou 24 raposas ou 400 esquilos ou 30 lontras. Será que esses animais tem que pagar com a vida pela pelagem bonita que possuem?
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Animais em extinção:
Os números são alarmantes: todos os anos 5 mil diferentes tipos de vida desaparecem da Terra! No Brasil, 207 espécies correm esse risco. Entre esses animais estão a onça pintada, o sagüi, a ariranha, o tatu-canastra, o lobo guará, o mico leão dourado, o peixe boi, o ucari branco.
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Nosso país:
Vivem aqui 600 espécies de mamíferos, 10% do total mundial. O Brasil possui a Flora mais rica do mundo, e é campeão mundial de variedades de flores, com 50 mil espécies. No Atol das Rocas vivem mais de 100 mil aves.
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A Aliança Internacional do Animal recebe diariamente mais de 50 denúncias de maus-tratos e abandono de animais.
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É crime!
De acordo com a Lei Federal nº 9605/98 art.32, praticar ato e abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos, ou domesticados é crime. A pena de detenção é de 3 meses a 1 ano e a multa é de R$500,00 a R$2000,00.A pena sobe de um sexto a um terço se ocorrer a morte do animal.
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Borboletas Brasileiras: souvenirs de turistas
Com a autorização do Ibama, criadores de borboletas mergulham as borboletas machos ainda vivas em um solvente de tinta e as utilizam para produzir peças de artesanato. As fêmeas devem ser soltas ao nascer, acompanhadas de dois machos, porém a proporção de nascimento é de cinco machos para cada fêmea.
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Ecologia
Você já ouviu aquele papo que devemos " respeitar os mais velhos"? Pois pode-se atribuir à Terra a idade de cerca de 4,5 bilhões de anos. A Ecologia prega justamente o respeito à natureza e à nossos irmãos animais.Adote essa causa!
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Bebês e Crianças Vegetarianas


E quando o meu bebê nascer? Será possível dar-lhe uma alimentação vegetariana?


O melhor alimento para recém-nascidos é o leite materno। Se o bebê não puder ser amamentado, poderá optar pelos leites de soja especiais para bebês . Bebês vegetarianos que estejam a ser alimentados à base de leite de soja especial devem ser expostos à luz solar de fraca intensidade, durante passeios ao ar livre ao fim da tarde ou pela manhã, duas horas por semana, de forma a sintetizarem a vitamina D necessária. Alguns bebês, especialmente aqueles que vivem em climas frios, deverão beber leite de soja especial enriquecido com vitamina D. Mulheres vegetarianas que estiverem a amamentar devem ter o especial cuidado de consumir boas quantidades de alimentos ricos em vitamina B12, pois os níveis desta vitamina no leite materno são afetados pelas escolhas alimentares da mãe e são importantes para o bebê.


A partir do quarto ou quinto mês de idade já se poderão incluir outros alimentos na alimentação do bebê। A adição de novos alimentos deve ser feita lenta e gradualmente, adicionando um alimento de cada vez:


4 a 5 meses:
Alimentos ricos em ferro poderão ser adicionados, tais como os cereais enriquecidos। O primeiro cereal que deverá ser incluído na alimentação do bebé deve ser o arroz, podendo ser adicionado ao leite materno ou ao leite de soja especial.


6 a 8 meses:
Nesta fase deve fazer-se a introdução dos vegetais। Estes devem ser consumidos com uma consistência pastosa (bem cozidos e reduzidos a puré). Batata, feijão verde, cenouras e ervilhas são boas escolhas. Após a inclusão dos vegetais na dieta diária, as frutas deverão ser o próximo alimento a incluir nas refeições diárias do bebé. Frutas em puré, como as bananas ou os pêssegos maduros, e sumos de fruta – por exemplo, sumo de maçã – são formas eficazes de apresentar ao bebê novos alimentos.


A partir dos oito meses:
Aos oito meses de idade, a maioria dos bebês já está pronta para incluir na sua alimentação bolachas, pão (e outros cereais secos) e alimentos proteicos, tais como o tofu (bem cozido e reduzido a puré), ou algumas leguminosas, como o feijão (bem cozido e reduzido a puré)। A evolução de uma alimentação vegetariana cada vez mais variada e convencional, embora sempre com os devidos cuidados para que seja completa e equilibrada, deverá acontecer, a partir dos oito meses, exactamente como aconteceria se não fosse vegetariana – a única diferença que existe são os alimentos que os bebés comem, mas os processos de alimentação e crescimento são os mesmos.

A minha filha tem 8 anos, gosta muito de animais e diz que não os quer comer। Não será muito nova para ser vegetariana?


As crianças e os adolescentes necessitam de uma alimentação muito nutritiva e energética। No entanto, o seu estômago ainda é bastante pequeno. Para ter a certeza de que a criança está a ingerir as quantidades de energia necessárias para um eficaz desenvolvimento e crescimento, poder-se-á seguir uma dieta polifraccionada, ou seja, que inclua várias refeições ao dia, com alimentos ricos em hidratos de carbono complexos, fibras, vitaminas e minerais, conjugando nos lanches da manhã e da tarde cereais e frutas.


Encorajar as crianças a mastigar bem os alimentos é uma forma simples de contribuir para uma melhor absorção e aproveitamento destes। Com base nos mais recentes estudos nesta área, pode-se afirmar que as crianças que têm uma dieta baseada em frutas, vegetais, cereais e legumes, entre outros produtos de origem vegetal, desenvolvem-se mais saudavelmente do que crianças que fazem uma alimentação omnívora.


Os bebés amamentados naturalmente, bem como os bebés alimentados a leite de soja especial, apresentam um desenvolvimento mais lento em comparação com bebés alimentados com fórmulas especiais à base de leite de vaca, o que sugere que existe uma proximidade entre a alimentação natural (leite materno) e a alimentação vegetariana (leite de soja), sendo esta a mais adequada ao ritmo natural de crescimento do bebé. Tal como acontece com os bebés, as crianças vegetarianas apresentam um desenvolvimento menos acelerado do que as crianças não vegetarianas porque não incluem na sua alimentação alimentos nutricionalmente enriquecidos de uma forma artificial (como é o caso dos alimentos animais). Esta diferença é evidente durante a infância, mas dissipa-se na adolescência e não tem consequências negativas para estas crianças e para o seu desenvolvimento posterior.

Vegetarianismo na Gravidez


O embrião e o feto necessitam de energia para desenvolver-se no ventre da mãe. Esta energia é conseguida através do equilíbrio da alimentação materna. Muitas dúvidas persistem sobre a eficácia da alimentação vegetariana durante a gravidez – a suficiência de cálcio, proteínas, ácido fólico e de ferro na alimentação vegetariana de uma grávida suscita dúvidas frequentes neste estado tão delicado que é a gravidez.
É importante ter consciência da relação entre a condição nutricional da mulher grávida vegetariana e o desenvolvimento do feto, pois há muito tempo que se sabe que a subnutrição da mulher grávida afecta negativamente as reservas nutricionais no seu organismo, o que implica o subdesenvolvimento do feto। Durante a gravidez, todas as necessidades nutricionais aumentam. No entanto, em termos calóricos, uma grávida precisa apenas de mais 300 quilocalorias (Kcal) extra (em relação à sua dieta anterior ao estado de gravidez) para satisfazer as suas necessidades energéticas. Durante esta fase, é importante escolher alimentos nutritivos que forneçam boas quantidades de fibras, minerais, vitaminas e proteínas, mas que, simultaneamente, apresentem baixas quantidades de gorduras e açúcares. As dietas vegetarianas baseiam-se na selecção de alimentos com as características acima referidas, apresentando-se como uma opção saudável também para esta fase da vida da mulher. O facto de estar grávida vai exigir um grande esforço ao corpo da mulher; no entanto, uma dieta vegetariana variada e equilibrada em nada prejudica a saúde da mulher grávida ou do feto. A maioria das mulheres vegetarianas grávidas apresenta ganhos de massa corporal dentro dos padrões considerados normais. Também os seus bebés apresentam massas corporais semelhantes a bebés de mulheres com dietas onívoras. No entanto, mulheres vegetarianas em período de gravidez devem estar atentas ao consumo de alguns nutrientes que são necessários em maiores quantidades nesta fase, nomeadamente:


Proteína
É necessária durante toda a gravidez, contribuindo para um rápido crescimento do feto e da placenta। Contudo, as suas necessidades diárias para uma grávida vegetariana serão apenas um pouco mais elevadas do que as de uma vegetariana não grávida, sendo, por isso, bastante fácil aumentar a quantidade consumida diariamente, através do aumento do consumo de produtos de origem vegetal fornecedores de proteína, como as leguminosas, o leite de soja, o tofu, o tempeh ou o seitan.


Ferro
As necessidades de ferro durante a gravidez aumentam bastante, não só devido ao aumento do volume sanguíneo materno, como também devido à formação do novo sangue do feto। Apesar de todos os processos fisiológicos que ocorrem e minimizam as perdas de ferro – como a inibição da menstruação e o aumento da absorção de ferro a nível intestinal –, as dietas vegetarianas para grávidas têm que ser bastante ricas neste nutriente. A escolha de alimentos como lentilhas, feijão, grão, legumes folhosos verdes e tofu, conjugados com boas fontes de vitamina C, como o sumo de laranja natural, levam a um aumento na biodisponibilidade do ferro, sendo, por isso, melhor absorvidos pelo organismo. Não são frequentes casos de anemia em mulheres vegetarianas grávidas, pois a alimentação que têm, geralmente, fornece a dose diária recomendada de ferro. Ainda assim, é aconselhável fazer análises referentes a possíveis deficiências de ferro, para ter a certeza de que está tudo bem.


Cálcio
O cálcio é necessário para a formação dos dentes e do tecido ósseo no feto। Ao contrário do que se pensava antigamente acerca da possibilidade de ocorrer perda de tecido ósseo materno a favor da formação do feto, algumas pesquisas vieram a demonstrar que, durante a gravidez, a absorção do cálcio está aumentada, minimizando possíveis carências. Sabe-se que, desde que a dose diária de cálcio antes da gravidez tenha sido ingerida de forma a contribuir para uma adequada densidade óssea, não haverá necessidade de aumentar as doses de cálcio durante a gravidez. No entanto, grávidas cuja alimentação não forneça as quantidades mínimas de cálcio, vegetarianas ou não, devem aumentar o consumo de alimentos fontes de cálcio, tais como os produtos à base de soja, sumos de fruta enriquecidos, cereais, vegetais folhosos verdes e tofu.


Vitamina D
A vitamina D desempenha um papel importante na manutenção do cálcio absorvido pelo organismo materno। A quantidade de alimentos fontes de vitamina D que é necessário consumir depende da exposição à luz solar da mulher grávida, pois pode ser sintetizada através da exposição da pele ao sol. No entanto, a escolha de produtos alimentares como cereais de pequeno almoço e leite de soja enriquecido serão suficientes.


Ácido Fólico
Uma deficiência de ácido fólico pode impedir uma adequada formação do tubo neural, resultando em problemas no desenvolvimento do sistema nervoso ou do canal neural, sendo comum a existência de complicações como a spina bifida (espinha bífida)। Tendo em conta que o tubo neural apresenta um desenvolvimento completo muito antes da maioria das mulheres se aperceberem de que estão grávidas, o ideal será que todas as mulheres em idade fértil consumam boas quantidades de alimentos ricos nesta vitamina. Alimentos como vegetais folhosos verdes são boas fontes de ácido fólico. De forma geral, as dietas vegetarianas são muito mais ricas neste nutriente do que as dietas não-vegetarianas; logo, grávidas vegetarianas conseguem facilmente obter a dose mínima diária de ácido fólico.


Vitamina B12
A vitamina B12 é necessária durante a gravidez para controlar a divisão celular e para uma eficaz síntese proteica। Pensa-se que as reservas de vitamina B12 maternas não estão acessíveis ao feto. Assim, a grávida terá que se assegurar de que as suas doses diárias desta vitamina estão a ser ingeridas. Para as mulheres vegetarianas, a escolha de alimentos enriquecidos com B12, como cereais de pequeno-almoço e alguns produtos à base de soja, são uma boa opção.


Zinco
As necessidades diárias de zinco aumentam para o dobro durante a gravidez. A deficiência de zinco tem vindo a ser relacionada com problemas graves durante o parto. A maior parte das mulheres, vegetarianas ou não, não consome as quantidades mínimas recomendadas de zinco por dia. Vários estudos apontam para a semelhança entre a quantidade de zinco obtida através da alimentação vegetariana e a alimentação onívora, sendo ambas ineficientes em relação ao zinco. Tendo em conta que o zinco é um nutriente importante para o crescimento e desenvolvimento, as mulheres grávidas devem incluir na sua alimentação diária uma maior quantidade e maior variedade de alimentos ricos neste nutriente. Legumes em geral, frutos oleoginosos e leguminosas são excelentes fontes de zinco.






Seja Vegetariano em 3 Passos


Como fazer a mudança Se pensa adotar uma dieta vegetariana, deve consultar um profissional especializado na área da alimentação (dietista ou nutricionista). Deve também consultar o seu médico. Isto é importante para que esta transição e a manutenção da sua nova dieta sejam acompanhadas e orientadas adequadamente. Mas certifique-se de que estes profissionais estão bem informados sobre o vegetarianismo e os diversos aspectos importantes das dietas vegetarianas, e de que se preocupam com conhecer as suas motivações e entender as suas necessidades nutricionais específicas no tipo de dieta vegetariana que quer adoptar. Caso o dietista ou nutricionista que consultar não se sinta preparado ou não esteja disposto a ajudá-lo respeitando a sua opção, deverá encaminhá-lo para outro profissional especializado na área. Caso não o faça, por favor contacte-nos, para que o possamos encaminhar para um profissional que lhe garanta uma boa orientação dietética.Se escolheu adoptar uma alimentação mais saudável e não-cruel, como é a alimentação integralmente vegetariana (vegana), a mudança é muito fácil e pode, em termos gerais, fazer-se, em apenas três passos. Seguindo estes passos, e obtendo um acompanhamento adequado, consegue fazer uma transição gradual, sem sentir qualquer sintoma físico e/ou psíquico de abstinência dos produtos de origem animal. A transição poderá ser feita durante um período de aproximadamente três a seis semanas (no mínimo, uma semana, e, no máximo, duas semanas por cada passo), de forma a restringir os alimentos gradualmente, permitindo a adaptação psicológica. Muitos vegetarianos fazem a transição de uma dieta omnívora para uma dieta ovo-lacto-vegetariana ou vegana de um dia para o outro – não acarretando isso nenhum problema de saúde. Pode, por isso, decidir fazer a transição de forma mais rápida. Se decidir fazer a transição gradualmente, recomendamos-lhe os seguintes passos (embora seja sempre importante certificar-se de que é acompanhado por um profissional de dietética ou nutrição que lhe possa dar orientação particular);1.º Passo: De uma dieta omnívora, passe para uma dieta em que elimina o consumo de carne, incluindo a carne de peixe (assim como crustáceos, como caranguejos e camarões, ou moluscos, como caracóis), mas em que mantém ainda, transitoriamente, o consumo de ovos, leite e derivados – ou seja, passe para uma dieta ovo-lacto-vegetariana. Nesta fase, a dieta diária será igual à dieta praticada anteriormente, à excepção do consumo de carne, incluindo de carne de peixe e outros animais. As principais fontes de proteína que consumirá nesta fase serão ainda os ovos (embora seja aconselhável que não consuma mais do que dois ovos por semana, pois são uma fonte de colesterol e gordura saturada cujo consumo se deve pelo menos reduzir muito significativamente – devendo, no caso dos vegetarianos, ser eliminado), os produtos lácteos e principalmente fontes de proteína vegetal, começando por leguminosas, como feijão e grão-de-bico. Nesta fase, deverá começar a introduzir na sua alimentação uma maior variedade de frutas frescas, frutos oleoginosos, cereais, leguminosas e legumes, e, simultanamente, deve começar desde logo a reduzir o consumo de ovos e produtos lácteos, e eliminar o consumo de mel. Inclua também novos alimentos, como o seitan e o tofu, e mesmo o tempeh e o miso, entre outros. Poderá ainda experimentar uma enorme variedade de produtos de soja e algas.2.º Passo: Passe de uma dieta ovo-lacto-vegetariana para uma dieta lacto-vegetariana, excluindo o consumo de ovos e de produtos que contenham ovo. Assim, a sua alimentação diária ainda incluirá fontes de proteína animal, como os iogurtes, os queijos e o leite, embora seja recomendável continuar a redução do consumo destes produtos já iniciada no 1.º Passo. A sua dieta deve passar a incluir maiores quantidades de fontes de proteína vegetal (que substituam cada vez mais as fontes de proteína animal) com base em cereais, leguminosas, legumes e produtos à base de soja, incluindo substitutos dos lacticínios, usando iogurtes, leites e queijos de soja.3.º Passo: Passe finalmente para uma dieta integralmente vegetariana (vegana), ou seja, livre de quaisquer alimentos de origem animal e de quaisquer alimentos que contenham ingredientes de origem animal (como alguns bolos, biscoitos e bolachas produzidos com ovos e/ou leite e/ou mel, margarinas e manteigas não vegetais, sobremesas e gelados à base de leite e/ou natas, entre muitos outros – veja os rótulos das embalagens destes produtos, para ter a certeza de que são veganos). Enquanto vegano, pode agora explorar uma variedade de produtos alimentares 100% vegetais e 100% não-cruéis. A oferta de alimentos veganos revela-se cada vez mais rica, diversificada e com muitos sabores para experimentar – e sempre mais saudáveis.
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