sábado, 2 de abril de 2011

Melhor amigo do homem

É realmente assustador o descaso da administração pública da cidade de Rio Pardo em relação ao melhor amigo do homem। Será que a ideia do assassino era uma limpeza das ruas para o tão famoso Carnaval rio-pardense? Refiro-me à matança da qual tomamos conhecimento na Gazeta do Sul do dia 24/03/2011, nas proximidades do Porto Ferreira, onde moradores encontraram 15 cachorros mortos।


É inaceitável que ainda no século 21 sejamos tão irracionais a ponto de admitirmos que atitudes como essa passem em branco. Sugiro a todos uma reflexão: pensem em chegar em casa e encontrar seu tão amado cãozinho morto e jogado em um esgoto qualquer. Sim, vários de vocês devem ter respondido que eles eram cachorros de rua; sim, de rua, mas por uma opção nossa, e aí me coloco junto, são de rua porque os deixamos na rua. Uma cidade que investe tanto dinheiro público em Carnaval, festas, campanhas políticas, não pode separar uma verba mensal para a criação de um abrigo para animais abandonados? Precisamos dar uma vida digna aos animais, que são seres de Deus. Chamo a atenção da Prefeitura para esse crime gravíssimo e me ofereço para ajudar “voluntariamente” a criar um lugar onde possamos deixar nossos cães, abrigados, com comida e uma vida digna. Pâmela Lima/Estudante de Direito, rio-pardense

Ovelha 'pula a cerca' e dá à luz um 'cachorro'



É, a dona ovelha está muito "saidinha"... Pulando a cerca por aí। Isso porque um fazendeiro chinês afirma que uma de suas ovelhas pariu um cachorrinho.




Tem lã como um carneiro, mas nariz, boca, olhos, patas e rabo lembram muito mais os de um cão.



Veterinários dizem que é impossível uma ovelha parir um cachorro, mas muita gente tem ido até a fazenda de Liu Naiying para ver o animal com os próprios olhos.



Liu afirma que o “cãovelha” até mesmo brinca como um canino. Ele contou ao jornal Metro como foi quando avistou o bicho pela primeira vez.



- Quando cheguei perto para checar, fiquei chocado porque era muito estranho. Eu crio ovelhas há 20 anos e nunca tinha visto uma criatura assim.



Yue Guozhang, pesquisador de um centro de tecnologia de criação de animais de Xi’na (sim, é na China) disse que cachorros e ovelhas são espécies muito diferentes.



- Não é possível uma ovelha parir um cachorro. É provável que seja apenas um carneiro incomum. É óbvio que ele é só um carneiro comum. Estamos só brincando...


Fonte:R7

Bicho de estimação terá que pagar passagem para viajar de ônibus em São Paulo


O transporte de animais domésticos em linhas de ônibus que fazem transporte rodoviário dentro de São Paulo agora tem regras específicas.


Só serão aceitos animais com no máximo dez quilos, acondicionados em recipiente apropriado: uma espécie de contêiner de fibra de vidro, ou de material parecido, à prova de vazamentos.










Adriano Vizoni/Folhapress
O pitbull Bel, passeia no banco transeiro do carro da sua dona, a professora Rosana Frega
O pitbull Bel, passeia no banco transeiro do carro da sua dona, a professora Rosana Frega

Os animais não poderão ir no colo do dono e, por isso, será necessário o pagamento da tarifa regular da linha pelo assento que ele utilizará.


O ônibus poderá ter apenas dois animais por viagem. A portaria foi publicada anteontem no "Diário Oficial".


As regras valem para as 676 linhas com 3.030 ônibus rodoviários que circulam nas estradas do Estado.


Antes, cada empresa tinha uma regra diferente para aceitar os bichos.


As exigências não valem para o transporte de cães-guia. Eles não poderão ser vetados nos ônibus rodoviários. E as empresas também não poderão cobrar tarifa extra pelo transporte desses animais.


TRANSPORTE


ÔNIBUS MUNICIPAIS Segundo a SPTrans, é proibido o transporte de animais nos ônibus municipais, sob pena de multa de R$ 180 à empresa. A proibição, no entanto, não vale para os cães-guia de deficientes visuais.


TÁXIS Não existe proibição. O transporte depende do motorista.


EM VEÍCULOS De acordo com o Código de Trânsito: - é proibido conduzir animais* nas partes externas do veículo (por exemplo, na caçamba ou para fora da janela). Infração grave e multa - é vetado o transporte de animais* entre as pernas e braços ou do lado esquerdo do motorista. Infração média e multa




  • Também vale para pessoas e volume material



    • Salvo casos autorizados

PORTARIA


Leia a íntegra da portaria da Artesp:


"Portaria Artesp -16 Dispõe sobre o transporte de animais domésticos no Serviço Rodoviário Intermunicipal de Transporte Coletivo de Passageiros


O Diretor Geral da Agencia Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo - Artesp, considerando a necessidade de adequar o modo e o meio do transporte de animais domésticos a bordo dos veículos das linhas Rodoviárias Intermunicipais, consoante o previsto no artigo 31 inciso VII do Regulamento aprovado pelo Decreto 29.913/89, resolve:


Art. 1º. É impedido o transporte de animal que por sua espécie, tamanho, ferocidade, peçonha ou saúde, comprometa o conforto e a segurança do veículo, de seus ocupantes ou de terceiros.


Art. 2º. O transporte de animal doméstico vivo, de pequeno porte, será permitido se forem atendidas as seguintes condições: I. Seja apresentado pelo passageiro atestado sanitário emitido no máximo 15 dias antes da viagem, por médico veterinário devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária da Unidade Federativa de origem dos animais, comprovando a saúde dos mesmos e o atendimento às medidas sanitárias definidas pelo serviço veterinário oficial e pelos órgãos de saúde pública, com destaque para a comprovação de imunização antirrábica.


II. Que o animal possua no máximo 10 quilos e esteja acondicionado em recipiente apropriado para transporte, isento de dejetos, água e alimentos e que garanta a segurança, a higiene e o conforto deste e dos passageiros. Durante o trajeto, nos pontos de parada, se necessário, o responsável pelo animal deve providenciar a higienização do recipiente.


III. O recipiente para o acondicionamento do animal deverá ser contêiner de fibra de vidro ou material similar resistente, sem saliências ou protuberâncias, à prova de vazamentos, de tamanho máximo 41x36x33 centímetros (CxLxA), e deverá ser transportado no habitáculo do veículo, obrigatoriamente no assento ao lado de seu proprietário, não cabendo ao transportador, qualquer responsabilidade a que não der causa, pela integridade física do animal no período do transporte.


IV. Que o carregamento e descarregamento do animal doméstico sejam realizados sem prejudicar a comodidade e a segurança dos passageiros e de terceiros, e sem acarretar alteração no cumprimento do quadro de regime de funcionamento da linha.


V. Que, para o transporte de aves domésticas e, animais e aves silvestres da fauna brasileira ou exótica, seja apresentada autorização de trânsito do IBAMA.


VI. Excepcionalmente, os animais poderão ser transportados em compartimento isolado, desde que o veículo disponha de local apropriado, com perfeitas condições de iluminação, ventilação e segurança, garantindo o seu bem estar.


VII. A critério do proprietário, o animal poderá ser sedado para a viagem, desde que sob supervisão de médico veterinário, sem qualquer responsabilidade do transportador.


Art. 3º. Será cobrada a tarifa regular da linha pelo assento utilizado para o transporte do animal.


Art. 4º. Fica limitado á no máximo 02 (dois) o número de animais a serem transportados a bordo do veículo por viagem.


Art. 5º. - Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação, ressalvadas a observância às demais legislações que regem a matéria, que com esta não conflitem.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

USP faz campanha contra os casos de abandono de animais

Quem entra na USP, no Butantã, na zona oeste de São Paulo, vê a imagem do olho de um cão e o alerta: "Abandono de animais é crime. Estamos de olho."

Há dez anos, a universidade vem se empenhando para proteger os animais abandonados, desde que o programa USP Convive foi criado. Nesse período, a iniciativa conseguiu a adoção para cerca de 2.000 animais.

Os outdoors "ameaçadores", instalados no ano passado, surtiram algum efeito: em vez de 30 cães abandonados no fim de ano, que é a época em que os casos mais ocorrem, foram cerca de dez.

Mas o campus não para de receber os despejos, que são feitos por pessoas que levam os animais escondidos no porta-malas dos carros."Já deixaram até coelhos, patos, galinhas, maritacas", afirma Elizabeth Rabóczkay, uma das voluntárias que trabalham no canil-destino dos cães abandonados.

À medida que os animais são entregues para adoção --cerca de dez por mês-- novos hóspedes recebem comida e são vacinados, castrados e vermifugados.

Eles costumam ser abandonados quando já estão velhos ou doentes, e muitos morrem atropelados ou vitimados por tiros, venenos, esfaqueamentos e água quente jogada por vândalos.

Quem se interessar em adotar um animal pode acessar o site Patinhas Online (http://www.patinhasonline.com.br/), parceiro do programa, ou agendar uma visita ao canil por meio do telefone 0/xx/11/3091-4591।

Jornal Floripa

Segurança para cachorro

A tecnologia de instalar microchip em animais de estimação virou moda em Rio Preto। O aparelho, revestido em capa de polipropileno, tem o tamanho de um grão de arroz e a instalação custa R$ 80.

“O equipamento facilita o acompanhamento médico e a identificação em caso do animal se perder ou ser roubado”, afirma a veterinária Fernanda Negrão Granato, do Napoleão Pet Center.

A estudante Ingrid Marcela dos Santos, 20 anos, está entre os rio-pretenses que instalaram o microchip em seus animais de estimação.

“A Leona (um cachorro da raça golden retriever de sete meses) é brincalhona. Tenho medo que ela se perca ou até mesmo seja roubada, por isso instalei o aparelho”, diz Ingrid.

A microchipagem é um método de identificação eletrônica permanente sem dor para o animal e obrigatório para viagens dos bichinhos ao exterior.

A advogada Roselaine Fátima Benites, de 39 anos, está com viagem marcada para a França e pretende levar seu shih-tzu de seis anos para passear. “Não perdi tempo e instalei o microchip, principalmente, pela segurança dele”, diz.

COMO FUNCIONA /O microchip é implantado em menos de 30 segundos no pescoço do cachorro ou do gato através de uma seringa.

O aparelho traz uma sequência de dígitos que, quando identificado por uma leitora, traz os dados do dono e do animal, inclusive sobre vacinação.

“Na coleira está gravado o site (www.backhome.com.br) onde estão disponíveis os endereços dos pets shops cadastrados, que possuem a leitora. Mesmo que o animal tenha perdido a coleira ou até mesmo se ela for arrancada, basta passar a leitora no dorso do animal para que a sequência de números seja encontrada”, afirma a veterinária.

Fernanda diz que todos os dias pessoas entram em contato com a clínica para avisar que encontraram ou perderam um animal.

“Se o animal possui um microchip, basta levá-lo até a leitora mais próxima para que sejam encontrados os contatos do dono. Sem essa identificação eletrônica, não tem como acabar com o problema de abandono de animais ”, diz.

Outra novidade /Segundo a veterinária, além das roupinhas, bonés, sapatos e acessórios para os animais de estimação, outra novidade que tem agradado os donos e principalmente os bichinhos são as rações de sabores naturais, como a com cheiro de leite ou bife acebolado.

“Minha cachorra só tomava leite e não comia nenhuma ração. Depois que comprei a ração com cheiro de leite, o problema foi resolvido”, afirma a assistente social Carla Maria Ribeiro, 42 anos.

A Secretaria de Saúde de São Paulo implantou no ano passado 20 mil microchips em cachorros que vivem no interior paulista (região de Marília) para combater a leishmaniose। Os animais serão alvo do programa-piloto “Legal para Cachorro”, criado a partir da proposta de monitorar, pelos próximos dois anos, a população canina e os casos de leishmaniose.

Agência BOM DIA

Estudo lista as 25 tartarugas mais ameaçadas

Um relatório, da Wildlife Conservation Society (WCS) junto com a Turtle Conservation Coalition, listou as 25 espécies de tartaruga no mundo mais ameaçadas - algumas com menos de 5 exemplares.

Brian D. Horne/Wildlife Conservation Society
Brian D. Horne/Wildlife Conservation Society
Dezessete das 25 espécies são da Ásia, como a tartaruga do casco de estrela da Brimânia

Dizimadas pela caça ilegal, tanto para servir de comida como no comércio de animais de estimação, junto com a perda do habitat, muitas espécies de tartarugas se extinguirão na próxima década, a menos que medidas drásticas de conservação sejam tomadas de acordo com o relatório, que foi divulgado em um workshop regional organizado pela Wildlife Reserves Singapore e WCS. Dezessete das 25 espécies são encontradas na Ásia, três na América do Sul, três na África, uma na Austrália, e uma na América Central e México.

A lista inclui a "Solitário George"- a única tartaruga gigante remanescente da Ilha Abdington. Embora ainda haja discordância científica sobre se ela é uma espécie reconhecida ou uma subespécie de tartaruga de Galápagos, todos concordam que ela é a última de sua espécie. Outra espécie em perigo é a tartaruga gigante da casca mole de Yangtzé, com apenas quatro indivíduos conhecidos. Veterinários da Wildlife Conservation Society têm trabalhado com funcionários chineses e outros parceiros para criar os últimos pares conhecidos dessas tartarugas gigantes, que atualmente residem no Zoológico de Suzhou, na China.

A caça ilegal de tartarugas na Ásia, para alimentação, comércio e medicamentos tradicionais, é um problema singular, diz o relatório. "As tartarugas estão sendo caçados por toda a Ásia de forma insustentável", disse o coautor Brian D. Horne, da Wildlife Conservation Society. "Todas as espécies de tartaruga e cágado na Ásia estão sendo impactadas de alguma forma pelo tráfico internacional de tartarugas e produtos derivados. Em apenas um mercado em Dhaka, Bangladesh, vimos cerca de 100 mil tartarugas sendo massacradas para consumo durante um feriado religioso, e nós sabemos de pelo menos três outros mercados como este dentro da cidade."

Liz Bennett, vice-presidente do Programa de Espécies da WCS, disse: "Tartarugas são maravilhosamente adaptadas para se defenderem contra predadores ao esconderem-se em suas cascas, mas este mecanismo de defesa não funciona contra a caça humana organizada e em grande escala. O fato é que as tartarugas estão sendo retiradas de cada canto e recanto da Ásia e além."

O relatório diz que melhor aplicação das leis comerciais existentes, a proteção de hábitats e criação em cativeiro são as chaves para impedir que as espécies de tartarugas sejam extintas ao mesmo tempo em que reforçam as populações existentes.


segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Veterinário é acusado de eutanasiar cães sadios, em Portugal

Cães foram covardemente eutanasiados (Foto: s/c)

Uma advogada e sócia de várias associações de proteção dos animais acusou hoje o veterinário municipal de Évora, em Portugal, de ter promovido um “sacrifício ilegal” de sete cães, considerando que se trata de “uma atitude abusiva e até poderá ter contornos de ordem criminal”.

“O veterinário municipal dirigiu-se ao canil e eutanasiou sete cães. A questão é que cinco destes sete cães já tinham sido cedidos pelo canil para adoção”, afirmou Alexandra Moreira, que é sócia de várias associações da região.

O caso, ocorrido recentemete, foi denunciado num e-mail enviado por duas veterinárias municipais à Câmara de Évora e que acabou por ser também divulgado em várias redes sociais na internet.

Alexandra Moreira considerou este abate de animais “uma atitude abusiva e que até poderá ter contornos de ordem criminal, relacionados com crime de danos”, uma vez que cinco dos sete animais “já estavam inseridos num processo de adoção, faltando apenas entregar os cães aos novos tutores”.

Segundo a representante da proteção dos animais, o veterinário municipal justificou que a matança ocorreu porque “os animais já estavam no canil há meses e que não podiam lá ficar por tempo indeterminado”.

Recusando aceitar essa justificativa, Alexandra Moreira explicou que os animais já ‘pertenciam’ a outras pessoas e que, portanto, nem sequer eram de responsabilidade do canil.

“Para além da questão da legitimidade para destruir algo que já não pertencia ao canil, também não se percebe a legitimidade do senhor para estar preocupado com as questões dos custo para a câmara quando os animais não constituíam um custo”, afirmou.

De acordo com a representante da proteção dos animais, o e-mail que denunciou o caso expõe ainda “outras ilegalidade no canil”, como é o caso da “falta de um plano de profilaxia, obrigatório por lei, e o fato de os animais não serem vacinados nem tratados, à exceção de quando são entregues para adopção”.

Fonte: Sol

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