domingo, 17 de outubro de 2010

Conheça a história da cadela “guardiã” da mina San José, no Chile

Os trabalhadores da mina San Jose, no Chile, sentem que Sandra é uma companheira a mais na sua jornada laboral. E, apesar de ter nome de mulher, trata-se de uma linda cachorra que se transformou na fiel guardiã do local.

Todos os dias ela acompanhou o trabalho dos mineiros. Eles contam que antes ela era mais brava e não deixava ninguém aproximar-se da mina, mas aos poucos foi se acostumando e aprendeu a ter uma relação mais estreita com todos eles.

Segundo o jornal Diario Atacama, há dois anos ela chegou ao acampamento junto com outros cães. Quando apareceu, estava em péssimas condições, solitária e muito pequena. Os mineiros contam que ela estava em um caminhão.

Segundo Javier Albarca, um dos trabalhadores, “O operador do caminhão de cargas estava por jogar o metal, quando escutou um barulho estranho”. Os trabalhadores foram averiguar e encontraram a cadela em péssimas condições e se perguntavam como ela foi parar ali.

Ela estava muito desnutrida, então eles passaram a cuidar dela para se recuperar e tornar-se o que é hoje, uma linda e forte guardiã. O processo de recuperação foi longo e penoso para essa companheira muito carinhosa. Nesse momento, eles decidiram pelo nome de Sandra.

O primeiro que fizeram foi dar-lhe comida e passar óleo na sua pele para tirar a sarna que dominava seu corpo. Hoje, a vida desta cadelinha está bem diferente. Já está bem de saúde, come e dorme no acampamento com os trabalhadores, mas eles sabem dos riscos a que ela está sujeita no local.

Sandra não é o único animal que vive nas proximidades de San José. De acordo com os mineiros, os outros cães não ficam no acampamento, então sua realação não é muito próxima.

O mineiro Ángel Pinto conta que há duas cachorrinhas com uma terceira que é cega, as três sofrem e estão cada vez mais desnutridas. “Estamos preocupados com elas, já que estão muito magras. Nós estamos incertos sobre o futuro delas, gostaríamos de encontrar um bom lar para elas”.

Já existem alguns interessados em levar Sandra, mas, por enquanto, ela continua sendo a guardiã do acampamento, porque a simpática cadela roubou os corações dos mineiros।

Fonte: ANDA

sábado, 16 de outubro de 2010

O canto e a linguagem das baleias

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Clínica veterinária acolhe e trata de mais de 40 filhotes de gambá em Porto Alegre

Foto: Reprodução/Zero Hora

Alvos de predadores e da ação do homem, filhotes de gambá recebem atendimento de veterinários e uma nova chance de voltar à natureza, graças ao trabalho voluntário feito na Clínica Veterinária Toca dos Bichos, em Porto Alegre.

O local abriga no momento 42 órfãos, de poucas semanas até dois meses, que foram acolhidos de diferentes pontos da capital e da Região Metropolitana. O grupo de animais silvestres ganha alimentação e cuidados especiais até se desenvolver e poder retornar ao seu habitat natural.

“Usamos bolsas de água quente e incubadoras com temperatura controlada, de cerca de 25°C, para ficar o mais próximo possível das condições da bolsa da fêmea. Também damos aos filhotes mamadeiras ou sondas com leite integral, explica a veterinária Letícia Kunzler Gil, 29 anos, que faz parte da equipe da Toca dos Bichos há 10 anos e realiza a tarefa em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Ibama) e Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam).

Segundo ela, os filhotes ficam, em média, três meses no centro de triagem. Após uma série de exames e supervisão do Ibama, eles são recolocados em áreas arborizadas na zona rural. Letícia lamenta o grande número de ataques a gambás por “falta de orientação e conhecimento”:

“Com o avanço da zona urbana, estamos usando o ambiente, que é desses animais de vida livre. Eles têm de buscar locais para se alimentar, acabam fazendo isso dentro de propriedades e são mortos. Os gambás não são agressivos e fogem na nossa presença. Eles liberam urina com cheiro forte, principalmente, o macho como um mecanismo de defesa. O cheiro pode levar dias para sair do nosso corpo, mas não é prejudicial”, conta ela.

"Fazemos por amor e não tem o que pague isso", diz veterinária sobre o trabalho voluntário.

A veterinária alerta para a importância dos animais no ecossistema. Como são onívoros, ou seja, se alimentam de produtos de origem animal e vegetal, são disseminadores de sementes de frutas. Além disso, a morte de gambás prejudica o equilíbrio da cadeia alimentar já que eles são presas de grandes carnívoros.

Os gambás não são os únicos hóspedes da clínica veterinária, que também cuida de gavião, papagaio, caturrita, tucano, gato-maracajá, bugio, sagui, jabuti, entre outros.

“Queremos conscientizar as pessoas para não agredirem os animais. Por mais que a gente cuide bem de cada um deles, nada é igual à criação da mãe”, lembra a veterinária, que se sente gratificada em fazer parte do time de cinco veterinárias responsáveis pelos bichos.

“Fazemos por amor e não tem o que pague isso. A gente faz o possível para não se apegar. É preciso ter cuidado porque esses animais nunca podem perder o medo do ser humano, já que nem todos nós somos confiáveis”, explica.

Serviço

Quem encontrar animais silvestres precisando de cuidados, pode levar até a Toca dos Bichos, que fica na Rua Marechal José Inácio da Silva, número 404, no bairro IAPI, em Porto Alegre (RS). Informações pelo telefone: (51) 3341-7664, (51) 3341-7664 ou pelo site.

Fonte: Zero Hora

Parabéns!!!!




A Vegetarianos Pelos Animais faz uma singela homenagem aos nossos queridos professores.

Obrigado por fazerem do aprendizado não um trabalho, mas um contentamento. Por fazerem com que nos sentíssemos pessoas de valor; por nos ajudarem a descobrir o que fazer de melhor e, assim, fazê-lo cada vez melhor. Obrigado por afastarem o medo das coisas que pudéssemos não compreender; levando-nos, por fim, a compreendê-las... Por resolverem o que achávamos complicados... Por serem pessoas dignas de nossa total confiança e a quem podemos recorrer quando a vida se mostrar difícil... Obrigado por nos convencerem de que éramos melhores do que suspeitávamos.


Feliz dia dos Professores!


A desobediência canina: uma questão de liderança

Por Guilhermo Coelho


Se o seu cachorro não te respeita quando você diz "não" ou lhe dá um comando, ele pode não entender o que você quer que ele faça ou, simplesmente, estar se negando a executá-lo. Se você deu início à educação do seu cachorro e tem consciência de que ele já respondeu àquele comando, tente praticar um pouco mais com ele. Entretanto, se ele se nega a atender, você pode estar diante de um problema de dominância.

Os cachorros, de acordo com o seu instinto, devem se encaixar numa hierarquia dentro do grupo em que vivem. Considerando que a matilha em questão é a sua familia e o chefe dessa matilha é você mesmo, o fato de o seu cachorro estar desafiando ou questionando o seu papel de mestre mostra que há alguma coisa muito errada aí. Olhe para as atitudes dele: o seu cão é do tipo folgado, que quer deitar na sua cama ou no seu lugar no sofá? Ele tenta roubar comida e pôr as patas na mesa na hora da refeição? Ele é agressivo com outras pessoas e outros cães? Ele quer prioridade e atenção o tempo todo e se mostra teimoso para tudo? Ele quer medir forças com você?

Esses comportamentos tão incômodos têm origem em algo difícil de acreditar; mas, acredite ou não:

O seu cão pensa que é seu dono!

Primeiro você precisará entender que o cachorro não precisa se sentir o líder para ser feliz. O que ele precisa é de um papel estável na hierarquia da casa. Se ele tem consciência e certeza de que você está lá para protegê-lo e cuidar dele e, ainda por cima, você é seu melhor amigo, ele será o cão mais tranquilo e feliz do mundo na posição de dominado. Mas, se ele acredita que a matilha está sem lider e sem defesa, a sua vida se torna estressante, pois ele passa a querer buscar essa liderança.

Para que ele se sinta num clima de conforto e segurança, você terá que tomar atitudes (simples, na sua grande maioria) para que ele passe a confiar em você como chefe. E, além de ter você como chefe, o seu cão também precisa se localizar na hierarquia diante dos outros membros da sua família.

Para ajustar o comportamento do seu cão nesse sentido, é preciso começar imediatamente. Desde filhotinho, deve-se ter a atitude correta; e, se ele já é adulto, trata-se de uma razão ainda maior para começar hoje mesmo! As atitudes corretas devem ser tomadas com o apoio do reforço positivo, para que a relação entre vocês se construa num clima de confiança e amizade, e não de batalhas diárias pelo melhor lugar diante da TV.

No meu próximo artigo, eu vou lhe dar dicas essenciais para orientá-lo no estabelecimento pacífico da sua liderança diante do seu cão, sem nenhuma perda para a sua relação de amizade com ele. Não perca!

Fonte: AdestradorAmigo.com

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Implante de marcapassos vem prolongando a vida de milhares de cães

O cão Grommit recebe cuidados médicos (Foto: Michael Conroy /AP )

Enquanto Grommit, um cão labrador caramelo, de 8 anos de idade, está calmamente deitado na mesa do consultório veterinário, o Dr. Henry Green monitora o ritmo cardíaco do cão, que tem suas batidas guiadas por um marcapasso, implantado abaixo da nuca de seu pescoço. Grommit é parte de uma elite de cães, cujas vidas estão sendo polongadas pela tecnologia até então reservada apenas aos humanos.

Segundo informações do jornal The State, milhares de cães foram beneficiados com o implante de marcapasso ao longo das últimas duas décadas. Os números subiram de 100-200 implantes por ano na década de 1990 para os atuais 300-500, disse David Sisson, um professor da Universidade Estadual do Oregon, nos EUA, da medicina cardiovascular.

Grommit recebeu seu implante em 2006, após vários desmaios causados por um defeito do marcapasso natural do seu coração, que o colocou em risco de morte súbita. Sua tutora, Molly Hare, 41, disse que não teve que pensar muito para permitir que o Dr. Green, professor adjunto da Universidade Purdue de cardiologia, realizasse o procedimento no valor de US$ 2.000 em seu cão.

“As opções eram eu voltar para casa e encontrá-lo morto no chão ou implantar o marcapasso para que ele tivesse uma vida longa e saudável. Foi isso que eu escolhi”, disse ela sobre seu animal de estimação.

A cirurgia durou cerca de duas horas, o que é típico neste caso. Dois fios foram introduzidos através da veia jugular do cão em seu coração, para estabilizar os impulsos elétricos. Em seguida, o marcapasso – um pequeno computador e bateria envoltos por uma cápsula de metal, no tamanho de uma moeda de US$ 1 – foi implantado sob a pele na parte de trás do pescoço e os fios conectados.

Marcapassos podem salvar a vida dos animais (Foto: Michael Conroy /AP)

Os pacientes portadores de marcapasso canina podem deixar o hospital de Purdue de após um dia ou dois da cirurgia. Uma vez em casa, eles devem fazer repouso durante cerca de um mês para garantir a cicatrização. Para Hare, isso significou pegar Grommit no colo – com seus quase 30 quilos –, para descer os degraus da varanda, sempre que ele precisava ir ao banheiro. Mas o cuidado especial parece ter ajudado o cão se recuperar.

Em um exame recente realizado por Green, o marcapasso do cão está funcionando perfeitamente, produzindo entre 50 e 180 batidas por minuto, dependendo do seu nível de esforço.

“Ele parece muito bom”, disse Green, dando ao cão ofegante um tapinha nas costas.

Green, um dos cerca de 200 cardiologistas veterinários EUA que podem realizar implantes de marcapasso, fez o seu primeiro procedimento em 2000 e hoje realiza cerca de 20 por ano. Uma gaveta em sua mesa de escritório é recheado com cartões de agradecimento dos proprietários gratos, cujos cães passaram por cirurgias bem sucedidas.

O primeiro implante de um marcapasso humano em um cão foi realizado em 1968, mas o processo demorou a pegar, em parte devido ao custo e à falta de disponibilidade. Os implantes passaram a ser realizadas com mais freqüência na década de 1980, quando casas funerárias começaram a doar marcapassos cardíacos de pacientes falecidos para veterinários, disse David Sisson.

Com o surgimento da AIDS, a manipulação de dispositivos médicos foi descartada e foi dada ênfase à obtenção de doações de marcapassos não utilizados, Sisson disse. Hoje, quase todos os marcapassos utilizados em cães e outros animais, como gatos e cavalos, são doados por fabricantes de dispositivos médicos, que repassam os itens de acordo com a vida útil da bateria. Quando ela enfraquece e seu uso se torna impróprio para seres humanos, os aparelhos são doados.

Os marcapassos doados, que custam entre US$ 5।000 a US$ 10.000, são encaminhados para um centro chamado Companion Animal Pacemaker Registry and Repository, ou CanPacers, que Sisson fundou em 1991. O CanPacers não tem fins lucrativos e vende os dispositivos por cerca de US $ 500. O faturamento é revertido para estudos realizados por residentes de cardiologia veterinária.

फोंते: ANDA

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Cachorro é encontrado dentro de um carro fechado, sofrendo de calor, em Porto Alegre (RS)

Poodle foi deixado dentro do carro sob forte calor, o que chamou atenção de pessoas e motivou resgate por parte de policiais militares (Foto:Genaro Joner)

Um cachorro protagonizou um alvoroço hoje (12) no horário do almoço na Rua Santana, em Porto Alegre (RS). O poodle, deixado no banco de trás de um automóvel próximo ao número 141, abaixo de sol forte, foi resgatado por policiais militares.

Os brigadianos foram chamados por moradores da região, que sensibilizaram-se ao ver o cão de pouco mais de um palmo e meio sofrendo de calor dentro do carro.

O soldado Christian Bittencourt e um colega abriram o automóvel com um arame.

— Além de terem chamado a polícia, o povo se avançou numa viatura que estava passando. Chegaram a ter quatro brigadianos no local e mais de 20 pessoas em volta do carro — explicou Bittencourt, enquanto esperava os tutores voltarem para lhe informar do ocorrido.

Quando foi tirado de dentro do carro, o cão recebeu água e comida. As pessoas que o socorreram disseram que iam esperar os tutores voltarem para devolver o bicho são e salvo.

— Eles iam cometer “cachorricídio”— disse a dona de casa Susana Caringi, 70 anos, que tem cinco cadelas.

Os donos do automóvel, com placa de Garibaldi, chegaram cerca de duas horas depois do suposto abandono e foram embora sem dar muita explicação e sem mesmo esperar o soldado, que os procurava de moto pela região.

A família, chocada com a repercussão do próprio ato, contou que tinha ido almoçar e que estava impressionada com a reação das pessoas.

Fonte: Zero Hora

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